Morro da Igreja – Corupá

As redes sociais têm sido vistas como vilãs pelo seu uso de forma muito superficial, mas de vez em quando encontramos uma iniciativa ou outra que nos fazem voltar a ver o seu valor. Faz um tempo que foi criado um grupo no facebook para organizar passeios, trekkings, aventuras diversas em contato com a natureza. Foi pelo grupo que organizamos a subida às cachoeiras de Corupá e através dele também combinamos o passeio desse final de semana.

Ainda em Corupá (incrível como exploramos pouco as riquezas regionais!) optamos agora pela subida do Morro da Igreja.

Nove pessoas encararam o desafio e as 06:30h da manhã de sábado estávamos todos na praça de Jaraguá para iniciar o trajeto. Fomos até o pé do morro, onde deixamos os carros em uma propriedade particular que dá acesso à trilha, dali partimos a pé por volta das 08:00h.

O grupo iniciando a subida

O grupo iniciando a subida

A subida começa por uma pequena estrada mais aberta por mais de um quilômetro, depois a trilha segue pelo meio da mata, nesse caso a presença de alguém com experiência no caminho foi fundamental. O Glauco foi quem fez a frente e foi indicando o caminho.

O morro tem 870m de altitude, em mata fechada, com alguns trechos de “escalaminhada”. Mas foi tudo muito tranqüilo no sentido de que todos estavam animados, rindo (cobrando do Glauco os macacos que ele disse que veríamos!), parando de vez em quando para tomar água ou fôlego. O grau de dificuldade é um pouco maior, apesar de ele dizer o tempo todo que é o morro mais fácil da região! Calças compridas e confortáveis, botas ou tênis com o solado bem aderente e mochilas com água e alimentos leves são essenciais.

Obstáculos naturais pelo caminho

Obstáculos naturais pelo caminho

Chegamos ao cume uma hora e quarenta minutos depois, o tempo estava fechado, com muitas nuvens, mas abriu o suficiente para apreciarmos a paisagem. Descansamos um pouco, fizemos algumas fotos, comemos e depois iniciamos a descida.

Ponto alto da aventura!

Ponto alto da aventura!

Para descer os tombos foram inevitáveis! Os trechos escorregadios e mais inclinados pareciam mais traiçoeiros morro abaixo, porém os tombos não renderam nada mais que boas risadas.

O morro da igreja ao fundo

O morro da igreja ao fundo

Lá pelas 11:00h estávamos novamente ao pé do morro, olhando para cima e apreciando a vista de onde estávamos há pouco. Dali, parte do grupo seguiu para casa e nós fomos em 5 pessoas para o Recanto do Luli, onde acamparíamos. Mais um cume conquistado, mais vistas incríveis, mais experiências pra carregar na mochila.

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